Mercado Japão

RAZÕES PARA INVESTIR EM PORTUGAL

LOCALIZAÇÃO

Portugal tem uma localização privilegiada face aos restantes países europeus. O país situa-se na Costa Oeste da Europa tendo ao seu redor 3 continentes - Americano, Europeu e Africano - o que se traduz numa excelente plataforma de negócios. Portugal é o país europeu mais próximo do Continente Americano e é considerado, em termos geográficos, a porta principal para o mercado da União Europeia. Deste modo, Portugal revela-se uma ponte transatlântica de extrema importância, bem como uma plataforma essencial para o estabelecimento de relações.

PESSOAS, FORMAÇÃO E SERVIÇOS

Existe uma excelente imagem dos portugueses a nível internacional. Desde há muitos séculos que os portugueses são vistos como um povo aberto ao mundo, ávido de descobrir e, a nível comercial, um bom parceiro seja em que parte do mundo for.A nível legislativo, Portugal tem leis laborais modernas, flexíveis e funcionais permitindo que os investidores estrangeiros usufruam de diversas vantagens.Em termos académicos e laborais, Portugal tem um sistema educativo moderno e desenvolvido reconhecido em todo o mundo. O resultado é uma população activa com uma formação sólida e eficiente.

As competências linguísticasem Portugal, bem como a abertura cultural é um dos pontos fortes da população portuguesa. Este sentimento de proximidade e familiaridade com as mais variadas culturais advém do passado histórico português que marcou as gerações vindouras pelos sinais deixados na nossa própria cultura. Assim, Portugal é um país aberto a outras nacionalidades, pelo que é uma vantagem que atrai estrangeiros para se formarem e trabalharem no país. A nível linguístico, a maioria dos estudantes aprendem inglês e francês, pelo que o ensino de línguas estrangeiras começa cada vez mais cedo, como por exemplo na pré-primária. No que concerne à mobilidade, existe em Portugal infraestruturas de qualidade sendo que o nosso país é conhecido por ter soluções avançadas de mobilidade tanto em terra, no mar ou no ar.

Relativamente ao mercado imobiliário português, este compete directamente com os melhores padrões europeus, pois centra-se na amplamente na qualidade. O mercado de escritórios em Lisboa tem uma taxa de disponibilidade de cerca 11,4%. As áreas industriais localizam-se principalmente em parques industriais que contemplam óptimos acessos e infraestruturas. A renda média de escritórios de alta qualidade é de 16,50€/m2/mês.

 

AMBIENTE DE NEGÓCIOS E CUSTOS

Portugal tem um ambiente propício ao investimento pois, para além de pertencer à União Europeia, usando assim a moeda única, tem um sistema político estável, é um país pacífico e transparente. Segundo o Banco Mundial, Portugal é a 43ª economia do mundo, tendo uma das maiores taxas de crescimento do PIB das últimas 4 décadas, comparativamente aos países da OCDE. Deste modo, criar uma empresa em Portugal tornou-se bastante fácil devido à medida Simplex que diminui substancialmente a burocracia de todo o processo. Assim, pode-se criar uma empresa em menos de uma hora, num único balcão, sem preenchimento de formulário de candidatura; quanto ao Registo Comercial pode-se registar e actualizar via online em actos formais; e enviar informação financeira e contabilística através de um formulário online.

 

O governo português oferece ainda vários programas de apoio ao investimento no sentido de atrair mais investidores. O conhecimento, tecnologia e inovação são a base da estratégia de desenvolvimento em Portugal, pelo que o país tem a 3ª taxa mais favorável de incentivos fiscais da OCDE. Portugal tem desenvolvido e adoptado novas tecnologias, dispondo de uma rede nacional de Centros de Ciência e Tecnologia, que facilita a interacção entre a I&D e o sector privado na área da biotecnologia, química, aeronáutica, saúde, TIC, entre outras.Os custos de criar um negócio em Portugal são cada vez menores. Primeiramente, os salários são altamente competitivos mesmo que existindo mão-de-obra qualificada, sendo que o salário mínimo mensal é de 485,00€. Por outro lado, os investidores podem contar com incentivos fiscais generosos, reduzindo significativamente a carga fiscal. Quanto ao custo de vida em Portugal, este é apelativo para se viver e investir. Portugal é o 23º país no que concerne à evolução percentual anual dos preços no consumidor.

 AUTORIZAÇÃO DE RESIDÊNCIA PARA INVESTIDORES

Legalmente, quem tiver entrada regular em território nacional, e queira iniciar a actividade de investimento pode requerer uma autorização de residência mediante a transferência de capitais, criação de emprego ou compra de imóveis. Acresce ainda o direito ao reagrupamento familiar, acesso à autorização de residência permanente e à nacionalidade portuguesa de acordo com a legislação em vigor. Para mais informações quanto ao assunto, por favor, contacte a KMPG | Tel.: + 351 210 110 000

INVESTIDORES DE SUCESSO EM PORTUGAL

São inúmeros os investidores estrangeiros que se fixaram em Portugal e têm uma história de sucesso para partilhar. Empresas líderes mundiais, de diversos sectores,incluindo empresas japonesas reconheceram as vantagens que Portugal oferece e investem no nosso emprego, gerando postos de trabalho e uma economia dinâmica. Conheça alguns exemplos:

 

 

RAZÕES PARA COMPRAR A PORTUGAL

 EMPRESAS EXPORTADORAS DE SUCESSO

Em Portugal, as PME’s apostam cada vez mais na sua internacionalização, pelo que a maioria tem tido sucesso no desenvolvimento do seu negócio no mercado internacional. Seguem alguns casos de sucesso de empresas portuguesas que exportam para os mercados externos:

MARCAS PORTUGUESAS INOVADORAS 

DADOS ECONÓMICOS

Indicadores Macro-económicos

Previsões 2011-2014

Indicadores de Risco 2011-2104

 

COMÉRCIO INTERNACIONAL

 

INVESTIMENTO INTERNACIONAL

 

  

COMÉRCIO INTERNACIONAL:

 COMÉRCIO  INTERNACIONAL DE BENS
No total do primeiro semestre de 2013 (Janeiro a Junho), as exportações de bens e serviços registaram um crescimento de 4,0%, enquanto as importações assinalaram uma queda de 2,2%, em comparação com o verificado no mesmo período de 2012. O saldo da balança comercial de bens e serviços foi positivo nos primeiros seis meses de 2013, invertendo a tendência negativa registada no período homólogo de 2012.
As exportações de bens também registaram um crescimento de 3,2%, entre Janeiro e Junho do corrente ano, face ao período homólogo, enquanto que as importações diminuíram 2,7%. O saldo da balança comercial foi deficitário, mas assinala um forte decréscimo (-35,2% face ao período de janeiro a junho de 2012).
As máquinas e aparelhos continuam a ser o grupo de produtos mais exportado (14,8% do total no 1º semestre de 2013), registando um aumento de cerca de 2% face ao período homólogo de 2012, seguido pelo grupo dos veículos e outro material de transporte (11,2%), que assinala um decréscimo próximo dos 11%, contrastando com o grupo dos combustíveis minerais (10,6% do total) e dos produtos alimentares (5%), que registaram os maiores aumentos (+28,2% e m 12,3%, respetivamente), dentro dos 10 maiores grupos exportados por Portugal, entre Janeiro e Junho de 2013, quando comparado com o verificado no primeiro semestre de 2012. As vendas para Espanha, Alemanha e França representaram cerca de 47% do total exportado por Portugal no primeiro semestre de 2013

Nos primeiros seis meses de 2013, a estrutura dos principais clientes permanece quase idêntica, em relação ao ano de 2012, à exceção de Marrocos que ganha  alguma importância relativamente à China no TOP 10.

O principal destino das exportações de bens foi a UE (70,8% do total entre Janeiro e Junho de 2013, face a 72,3% no período homólogo), sendo de realçar o aumento da quota das exportações para os mercados do MAGREB (3,6% do total no 1º  semestre de 2013 contra 2,3% em igual período de 2012), dos PALOP (7,2% no  1º semestre, face a 7,0% no período homólogo de 2012) e dos países da NAFTA  (5,1% no 1º semestre de 2013 e 4,9% no período homólogo de 2012). 

Espanha, a Alemanha e a França assumem-se como principais fornecedores, com uma quota de aproximadamente 50% do total importado, entre Janeiro e Junho de 2013, tal como no ano de 2012, destacando-se a entrada da Rússia, no TOP 10, em detrimento do Brasil. A União Europeia foi a origem da maioria dos produtos comprados nos primeiros seis meses de 2013 (71,2% do total), tal como fora registado no ano de 2012 (72,2% entre Janeiro e Junho), sendo de realçar o aumento da quota das importações provenientes dos PALOP (5,8% entre Janeiro e Junho contra 3,2% no período homólogo de 2012), e a perda de importância relativa dos mercados fornecedores do MERCOSUL, do MAGREB e da NAFTA.

Na última década verificaram-se 3 importantes alterações estruturais nas exportações portuguesas: o aumento do grau de intensidade tecnológica das exportações, decorrente da alteração na estrutura das vendas ao exterior (crescimento das exportações de bens dos sectores de tecnologia média e alta e a acentuada diminuição do peso dos sectores de baixa tecnologia); o reforço das exportações de serviços e a diversificação dos mercados de exportação, com aumento do peso dos mercados extra-comunitários.

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 COMÉRCIO EXTERNO DE BENS E SERVIÇOS 

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DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA DAS EXPORTAÇÕES DE BENS 

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 DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA DAS IMPORTAÇÕES DE BENS

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EXPORTAÇÕES E IMPORTAÇÕES POR SETORES PRINCIPAIS

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EXPORTAÇÕES E IMPORTAÇÕES POR PRINCIPAIS PAÍSES DE DESTINO E ORIGEM

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 PRINCIPAIS PAISES EXPORTADORES PARA PORTUGAL

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 PRINCIPAIS PRODUTOS EXPORTADOS 

 

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PRINCIPAIS PRODUTOS IMPORTADOS 

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 REGIME DE IMPORTAÇÃO

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INVESTIMENTO INTERNACIONAL - IDE 

Nos últimos 10 anos o investimento directo português no exterior (IDPE) em termos brutos situou-se entre € 8 e € 15 mil milhões.

De referir que nos últimos anos se tem registado uma maior diversificação de destinos do investimento português, com a UE27 a diminuir o seu peso no total. Para além do Brasil, observa-se um crescente interesse nos PALOP, com especial destaque para Angola. Também os países da Europa de Leste, em particular, a Polónia, a Roménia e a Hungria têm sido escolhidos pelas empresas portuguesas, encontrando-se os dois primeiros no grupo dos 10 principais países de destino do IDPE.

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EVOLUÇÃO DO INVESTIMENTO DIRECTO ESTRANGEIRO EM PORTUGAL

O investimento directo estrangeiro (IDE), nos últimos 5 anos, tem evidenciado um comportamento positivo em termos brutos, com valores entre os 32 e os 43 mil milhões de euros.

Nos primeiros seis meses de 2013, o IDE bruto registado em Portugal foi na ordem dos 13 mil milhões de euros (39,6% face ao período homólogo de 2012). Em termos de Stock de IDE foi registado 88,2 mil milhões de euros no final do primeiro semestre de 2013 (+3,2% face ao mesmo período de 2012).

 

 

 

INVESTIMENTO DIRECTO ESTRANGEIRO EM PORTUGAL 

O investimento directo estrangeiro (IDE) tem evidenciado, desde 2000, um comportamento positivo, ao redor de uma banda delimitada entre € 20 e € 35 mil milhões. Por outro lado, tem vindo a aumentar em indústrias e actividades inovadoras e de base tecnológica viradas para os mercados internacionais.

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INVESTIMENTO DIRECTO ESTRANGEIRO EM PORTUGAL POR SECTORES- 2013 (JANEIRO/JUNHO) 

 

 Comércio por grosso e a retalho

 Actividades de consultoria, ciêntificas e técnicas

 

 Indústria transformadora

 Actividades imobiliárias

 

 Actividades financeiras e de seguros

 Construção

 

 

 Electricidade, gás, água

 

     

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INVESTIMENTO DIRECTO ESTRANGEIRO EM PORTUGAL POR PAÍS DE ORIGEM-2010 (JANEIRO/SETEMBRO) 

A UE mantém-se como a principal origem do IDE em Portugal (92% do total no 1º semestre de 2013). Espanha, França, Reino Unido, Alemanha e os Países Baixos lideram o ranking (78,8% do total no 1º semestre de 2013, 61,4% no 1º semestre de 2012).

O investimento bruto alemão cresceu 15,4% nos primeiros seis de 2013, face ao período homólogo de 2012. Fora do espaço da União Europeia, apenas a Suíça surge na lista dos 10 maiores investidores estrangeiros em Portugal, entre Janeiro e Junho de 2013.


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INVESTIMENTO DIRECTO PORTUGUÊS NO EXTERIOR POR SECTORES 2010 (JANEIRO/SETEMBRO)

 Actividades financeiras e seguros

 Indústria transformadora

 

 Actividades de consultoria, científicas e técnicas

 Actividades de informação e comunicação

 

 Comércio por grosso e a retalho

 Actividades imobiliárias

 

 Construção

 Electricidade, gás, água

 

 

 Outros

 

Fonte: Banco de Portugal

Nota: (a) Investimento Bruto

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INVESTIMENTO DIRECTO PORTUGUÊS NO EXTERIOR POR PAÍSES DE DESTINO 2010 (JANEIRO/SETEMBRO) 

 Luxemburgo

 Angola

 Dinamarca

 Países Baixos

 EUA

 Alemanha

 Espanha

 RU

 Moçambique

 Brasil

 Roménia

 Irlanda

 Polónia

 Hungria

 Outros

Fonte: Banco de Portugal

Nota: (a) Investimento Bruto

 

INDICADORES MACROECONÓMICOS

Em 2009, o contexto macroeconómico em Portugal continuou fortemente marcado pela propagação e evolução da crise, que teve um papel decisivo no desempenho da economia portuguesa, nomeadamente na contracção da procura externa e um impacto negativo na evolução do consumo e do investimento. A conjugação destes factores contribuiu para uma contracção do PIB, em termos homólogos, de 2,6%.

A evolução da economia portuguesa nos próximos anos continuará fortemente determinada pela conjugação do processo de consolidação orçamental, fundamental para assegurar um crescimento económico sustentado. A recuperação das vendas portuguesas ao exterior parece indiciar um regresso a um padrão de crescimento da economia centrado nas exportações, que poderá ajudar a compensar parcialmente os efeitos recessivos das medidas de consolidação e contribuir para a redução do défice externo. 

Principais Indicadores Economicos  

 

2006

2007

2008

2009

2010 (a)

2011 (a)

PIB pm (Milhões €)

160.273

168.737

171.934

167.652

170.297

174.211

Per capita (€)

15.143

15.906

16.185

15.766

15.940

15.982

Consumo Privado (Milhões €)

104.746

110.635

115.700

111.935

114.200

113.300

Consumo Público (Milhões €)

32.422

32.999

33.795

35.378

36.500

36.600

Investimento (FBCF) (Milhões €)

35.890

37.629

38.151

32.679

31.900

32.000

FBCF excluindo construção (% PIB)

8,5

8,7

8,8

7,6

n.d.

n.d.

IHPC – Portugal (Taxa Variação Anual)

3,0

2,4

2,7

-0,9

1,1

2,0

IHPC – EU 27  (Taxa Variação Anual)

2,3

2,4

3,7

1,0

1,8

1,7

 

Fontes: GEE (Gabinete de Estratégia e Estudos a partir de base do Instituto Nacional de Estatística), Instituto Nacional de Estatística, Eurostat, Comissão Europeia, Banco de Portugal, EIU

Notas: (a) Previsões: Eurostat; Comissão Europeia; EIU - Economist Intelligence Unit; Banco de Portugal; PEC 2010-2013

n.d. – não disponível

FBCF – Formação Bruta de Capital Fixo

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PREVISÕES 2011-2014

 

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 INDICADORES DE RISCO 2011-2014

 

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